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quarta-feira, 12 de junho de 2019

Virtualização – Conheça o VMware vSphere


O vSphere é o hypervisor da Vmware, este produto conta com o que existe de mais novo no mercado de virtualização, tornando o gerenciamento do ambiente uma tarefa bastante simples.
O vSphere pode ser utilizado na forma single onde ele é instalado em hosts com gerenciamentos isolados, desta forma não é necessário a aquisição de licença, mas seus recursos são limitados. Esta forma de utilização é indicada para aquele cliente que deseja iniciar no mundo da virtualização, desconfiando ainda das suas vantagens, ou que não tenha um investimento maior a sua disposição.
Para o cliente que deseja um ambiente mais completo, a VMware disponibiliza o vSphere através de licenças; 
Essentials, Essentials Plus, Standard, Enterprise e Enterprise Plus, cada uma com recursos pensados e organizados para diferentes cenários. Veja a seguir.
Nas versões licenciadas o vSphere pode ser instalado em vários hosts e gerenciado de forma centralizada pelo vCenter. O vCenter pode ser instalado em uma máquina 64 bits utilizando os sistemas operacionais Windows ou Linux, esta máquina, inclusive, pode ser uma máquina virtual dentro do ambiente virtualizado. A Vmware disponibiliza um virtual applience em linux Suse Enterprise com o vCenter para ser instalado de forma prática e rápida.
A imagem abaixo ilustra muito bem o funcionamento do vCenter em um ambiente virtualizado.
vcenter
No cenário acima temos três hosts onde as Vms estão em execução, observe que logo abaixo tem um storage. Este storage é fundamental para o funcionamento de alguns recursos do vSphere, e logo acima temos o gerenciamento deste ambiente com o vCenter.
O gerenciamento, para grande parte das atividades, é executado de forma automatizada, não existindo a necessidade de intervenção humana. Para as atividades que precisam de intervenção humana, a VMware oferece um conjunto de interfaces bastante simples que possibilitam um fácil gerenciamento. A VMware conta com uma série de features que auxiliam o administrador de TI no gerenciamento de sua estrutura veja a seguir:
vMotion
vmotion
O vMotion, no meu ponto de vista, é a feature mais importante no vSphere, afirmo isto porque ela é a base para muitas outras. Com esta feature ativada é possível uma VM migrar de um host para outro com a máquina virtual em funcionamento sem interrupção de serviço algum. Este recurso é bastante útil, por exemplo, quando se precisa realizar uma manutenção programada em um servidor onde se faz necessário migrar todas as máquinas virtuais para um outro host. Ela permite a migração sem que sejam interrompidos os trabalhos diários da empresa/cliente.
Vmware DRS
drs
O DRS é o balanceamento de carga da vSphere. Com ele ativado, o VMware identifica quando um host está sobrecarregado e automaticamente migra as VMs para um host menos requisitado, realizando um balanceamento fino dentro do ambiente virtualizado. Esta feature conta com três níveis de configurações: manual, parcialmente automatizado e full automatizado. Quando FullAutomatizado esta habilitado, o VMware assume o controle do balanceamento de carga operando sozinho todas as migrações e nivelamentos. Esta feature está disponível a partir da versão Enterprise do vSphere.
Vmware HA
ha
O HA do VMware trás para o ambiente virtual o recurso da alta disponibilidade. Quando ativada, o VMware identifica qualquer falha no hosts hospedeiro, tanto de hardware como de software, e após a detecção faz a migração de todas as VMs do host com problema para um outro host que esteja isento de falhas. Esta correção passa, na maioria das vezes, despercebido pelos usuários finais, pois o serviço é restabelecido de forma bastante rápida.
Posso afirmar que esta funcionalidade garante à empresa/cliente menos ou nenhum tempo perdido com downtime e, consequentemente, mais tempo em atividade já que hosts parados por problemas físicos não interferem na continuidade dos trabalhos diários.
VMware DPM
dpm
O DPM vem de encontro com uma das necessidades mais discutidas nos dias atuais: a economia de energia elétrica. Esta feature identifica se algum host em seu cluster está totalmente subutilizado e, se existir alguma VM em funcionamento neste host, o Vmware a migra para um outro host, liberando-o para ser desligado. Este processo é automatizado e baseado em algoritmo da VMware. Se com o passar do tempo o aumento da demanda aconteça novamente, o VMware usa o DPM para ligar novamente o host o devolvendo-o para uso. Existem casos que eu presenciei em que um host ficou atá um ano desligado.
Thin Provisioning
phin
O Thin Provisioning é um grande avanço quando o assunto é armazenamento. Com ele é possível entregar uma quantidade de disco que só será usado caso a VM necessite, por exemplo: um servidor de banco de dados. Ao criar um novo servidor de banco de dados é disponibilizado para ele uma grande quantidade de discos, geralmente estes espaços levam bastante tempo para serem preenchidos e, as vezes, nem são totalmente ocupados, sempre sobram muitos GB que poderiam estar sendo utilizados para otimizar alguma VM do ambiente. O Thin Provisioninggerencia exatamente esta sobra. Suponha que foi disponibilizado um HD com 500 GB para uma VM, ativando a feature só serão consumidas as quantidades que estiverem sendo usadas realmente: por exemplo, a VM utiliza 100 GB para armazenamento, o sistema operacional continua enxergando 500 GB , mas estará consumindo apenas 100 GB deixando 400 GB livres para qualquer outra VM que estiver precisando.
VMware Fault Tolerance
ft
Em alguns casos servidores precisam ficar 100% UP. Para estes casos, a VMware disponibiliza esta feature, que é ativada nas Vms que não podem cair nem que seja por poucos minutos. Ao ser ativada, o VMware cria uma cópia desta VM em outro host, esta copia é alimentada junto com a original. Tudo que é feito na VM original é replicado para uma cópia. Caso o host em que a VMoriginal esta venha a falhar, automaticamente a VM cópia assume, isso sem qualquer intervenção humana e sem percepção do usuário.
É isto aí pessoal, este foi um resumo das features do vSphere, cada uma sozinha renderia um artigo exclusivo, com o tempo vou escrevendo sobre os detalhes de cada uma em separado, destacando suas vantagens e benefícios.

Retirado em 12/06/2019

domingo, 24 de março de 2019

Administrar Windows Server Core em modo Gráfico????


Se você tem que administrar Windows Server Core ou Hyper-V Server e não sabe nenhum comando para gerencia-lo!!
Seus problemas acabaram com a ferramenta CoreConfiguration
Esta ferramenta Free ajuda no gerenciamento via interface gráfica
Para usar baixe ela no site http://coreconfig.codeplex.com após baixar grave a ISO ou extraia em uma pasta no seu Windows Server Core.
Na pasta execute o comando: Start_CoreConfig.wsf

Pronto agora tudo fica mais fácil em modo gráfico.






Fonte:https://virtualti.wordpress.com/2010/10/20/administrar-windows-server-core-modo-grafico/



sexta-feira, 15 de março de 2019

MONITORAMENTO E GERENCIAMENTO - LINUX

COMANDOS 

GLANCES - TOP - HTOP - NTOP - NMON - MC

GLANCES
Glances is open-source software to monitor and collect operating system statistics. Glances aims to present the max amount of information, in the minimum amount of space. Glances is a good htop alternative as it can adapt dynamically when displaying system information, depending on the terminal size. Remote monitoring can be done via terminal, Web interface or API (XMLRPC and RESTful). Glances is written in Python and uses the psutil library to get information from your system. Stats can also be exported to external time/value databases.

Instalação no Fedora Linux
yum install glances

TOP


“top,” which is a real-time process monitor command that helps monitor the running processes in a Linux system straight from the command line. “Top” displays system summary information and a list of all processes and threads currently being managed by the Linux kernel. It is also an interactive program, meaning that the output can be customized and manipulated while it’s running.

The default way to run “top” is by typing the command with no options. The default options are usually sufficient for normal everyday use.

The output from top.
The output from top can be separated into two parts: the system summary and the process list.

HTOP

Instalação no Fedora Linux
yum install htop

NMON
nmon is another htop alternative systems administrators tool, for server tuning, benchmarking or viewing detailed system performance information. It outputs data in two ways. Either on screen (command line) or after saving data to a comma separated file for analysis and longer term data capture. Honestly, one screenshot isn’t enough for nmon. Have a look at additional screenshots with explanations.
Even more top and htop alternatives: net-tools, iptraf, collectl, dstat, iostat, sar, saidar and vmstat. Looking for more insight and/or APM tools? Have a look at my 50 100 Top Server Monitoring & Application Performance Monitoring (APM) Solutions post (includes free and paid solutions).

Instalação no Fedora Linux
yum install nmon

NTOP
ntop is a free monitoring tool for Linux which will show you a list of hosts currently utilising the network. The associated protocols in use are also displayed. Traffic is then displayed in order of hosts / protocol. Supported protocols are: TCP, UDP, ICMP, (R)ARP, DLC, IPsec, Netbios, FTP, HTTP, DNS, Telnet, SMTP, IMAP, POP, SNMPNFS and X11. 

Quick view summaries are available for all Traffic, Hosts, Network Load, Traffic Maps and Network Flows. Here you will find graphical charts and representations of your network and its infrastructure:

ntop historical data
Instalação no Fedora Linux
yum install ntop


MC  - Midnight Commander

At the beginning of chapter 4 in TLCL there is a discussion of GUI-based file managers versus the traditional command line tools for file manipulation such as cp, mv, and rm. While many common file manipulations are easily done with a graphical file manager, the command line tools provide additional power and flexibility.
In this adventure we will look at Midnight Commander, a character-based directory browser and file manager that bridges the two worlds of the familiar graphical file manager and the common command line tools.
The design of Midnight Commander is based on a common concept in file managers: dual directory panes where the listings of two directories are shown at the same time. The idea is that files are moved or copied from the directory shown in one pane to the directory shown in the other. Midnight Commander can do this, and much, much more.

Features

Midnight Commander is quite powerful and boasts an extensive set of features:
  • Performs all the common file and directory manipulations such as copying, moving, renaming, linking, and deleting.
  • Allows manipulation of file and directory permissions.
  • Can treat remote systems (via FTP or SSH) as though they were local directories.
  • Can treat archive files (like .tar and .zip) as though they were local directories.
  • Allows creation of a user-defined "hotlist" of frequently used directories.
  • Can search for files based on file name or file contents, and treat the search results like a directory.

Midnight Commander screen layout


Instalação no Fedora Linux
yum install mc


Fontes:
http://landoflinux.com/linux_ntop.html
https://haydenjames.io/alternatives-top-htop/
https://www.maketecheasier.com/linux-top-explained/


Gerenciamento remoto Linux Server - COCKPIT - Fedora - Redhat - Centos

Central de gerenciamento remoto do Linux Fedora Server

COCKPIT

Instalação

Fedora

Cockpit comes installed by default in Fedora Server.
To install Cockpit on other variants of Fedora use the following commands. For the latest versions use COPR.
  1. Install cockpit:
    sudo dnf install cockpit
    
  2. Enable cockpit:
    sudo systemctl enable --now cockpit.socket
    
  3. Open the firewall if necessary:
    sudo firewall-cmd --add-service=cockpit
    sudo firewall-cmd --add-service=cockpit --permanent
    
  4. Iniciar 
systemctl start cockpit

Red Hat Enterprise Linux

Cockpit is included in the Red Hat Enterprise Linux Extras repository in versions 7.1 and later:
  1. Enable the Extras repository:
    sudo subscription-manager repos --enable rhel-7-server-extras-rpms
    
  2. Install cockpit:
    sudo yum install cockpit
    
  3. Enable cockpit:
    sudo systemctl enable --now cockpit.socket
    
  4. Open the firewall if necessary:
    sudo firewall-cmd --add-service=cockpit
    sudo firewall-cmd --add-service=cockpit --permanent

CentOS

Cockpit is included in CentOS 7.x:
  1. Install cockpit:
    sudo yum install cockpit
    
  2. Enable cockpit:
    sudo systemctl enable --now cockpit.socket
    
  3. Open the firewall if necessary:
    sudo firewall-cmd --permanent --zone=public --add-service=cockpit
    sudo firewall-cmd --reload

FONTE: https://cockpit-project.org/running

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Comandos para administrar DNS, DHCP e AD em um Server Core 2008


hostname – Identifica o nome atual da máquina;


netdom renamecomputer “nomeatual” /newname “Novo nome”

shutdown –t 0 –r – Shutdown desliga a máquina. –t é o tempo de espera para desligar e –r indica que é uma reinicialização.

netsh interface ipv4 set address name=“LOCAL AREA CONNECTION” 
source=static address=192.168.0.1 mask=255.255.255.0 – Configura o endereço IPv4

oclist | more – Lista as roles instaladas

ocsetup DNS-Server-Core-Role – ocsetup instala uma role, DNS-Server-Core-Role indica a Role de DNS. (Case Sensitive)
Comandos de DNS:
dnscmd uina> /zoneadd dominio.com.br /primary /file dominio.com.br.dns – Cria uma nova zona primária direta armazenada em arquivo de texto.
dnscmd /enumzones – Verifica as Zonas no servidor DNS.
dnscmd /recordadd dominio.com.br A 192.168.0.1 – Cria um novo registro A.
dnscmd /zoneadd 0.168.192.in-addr.arpa /primary /file 0.168.192.in-addr.arpa – Cria uma nova zona reversa.
dnscmd /recordadd 0.168.192.in-addr.arpa 1 PTR .dominio.com.br – Cria um registro PTR.
dnscmd /recordadd dominio.com.br dns1 CNAME .dominio.com.br – Cria um registro CNAME chamado dns1
dnscmd /zoneprint dominio.com.br – Verifica uma zona específica.
Comandos de DHCP:
ocsetup DHCPServerCore – Instala o serviço de DHCP Server.
netsh dhcp server 192.168.0.1 add scope 192.168.0.0 255.255.255.0 scope 1 NomedoEscopo – Cria um novo escopo DHCP.
netsh dhcp server 192.168.0.1 scope 192.168.0.0 add iprange 192.168.0.1 192.168.0.254 – Cria range de endereços para um escopo.
netsh dhcp server 192.168.0.1 scope 192.168.0.0 add excluderange 192.168.0.1 192.168.0.10 – Indica faixa de exclusão de endereços no escopo.
netsh dhcp server 192.168.0.1 scope 192.168.0.0 set state 1 – Ativa escopo DHCP.
netsh dhcp server show all – Estado do escopo DHCP.
netsh dhcp server show dnsconfig – Verifica a configuração do DNS no servidor DHCP.
netsh dhcp server delete scope 192.168.0.0 DHCPFULLFORCE – Apaga um escopo.
Comando de Active Directory:
dcpromo /unattend – DCPromo instala os binários do AD e /unattend indica que os parâmetros serão indicados neste comando.
Parâmetros de instalação do AD:
/replicaOrnewDomain:replica – Indica que é um DC adicional para domínio existente.
/replicaOrnewDomain:domain – Novo domínio em nova floresta.
/replicaOrnewDomain:child – Cria domínio filho.
/replicaOrnewDomain:tree – cria nova árvore dentro da floresta.
/replicaDomainDNSName:contoso.corp – Nome de domínio DNS.
/NewDomainDNSName:contoso.corp – Novo nome de domínio DNS.
/DomainNetBiosName:”Nome Netbios” – Nome de domínio Netbios.
/ParentDomainDNSName:”Nome DNS do domínio pai” – Para casos de novo domínio filho.
/confirmGC:yes – Confirma que GC e um Global Catalog.
/username:contoso\administrator – Nome do usuário que tem pormissão para esta instalação.
/password:* – Senha do usuário acima. * faz com que a senha seja digitada de forma protegida.
/safemodeadminpassword:Pa$$w0rd – Senha do modo de recuperação do serviço de diretório.
/useexistingaccount:attach – Indica que a conta de DC já foi pré-criada no domínio (RODC).
/DatabasePath:”caminho do NTDS.dit” – Indica local alternativo para NTDS.dit.
/LogPath:”Caminho para Logs” – Indica local alternativo para Logs.
/SysVolPath:”Caminho do SYSVOL” – Indica local alternativo para SYSVOL.
/DomainLevel:{0|2|3} – Indica nível funcional do domínio.
/ForestLevel:{<0>|2|3} – Indica nível funcional da floresta.
/SiteName:”Nome do Site” – Indica site do novo DC.
Comandos para administração do AD:
dsadd – Adciona objetos ao AD.
dsrm – Remove objetos do AD.
dsmod – Modifica objetos do AD.
dsmove – Move objetos entre OUs.
dsget – retorna atributos de objetos consultados.
dsquery – retorna objetos de acordo com atributos consultados.
Autor:Fábio Augusto
Retirado de: https://fabiozibiani.wordpress.com/2011/01/11/comandos-para-administrar-dns-dhcp-e-ad-em-um-server-core-2008/
Em: 18/12/2018

domingo, 9 de dezembro de 2018

Dicas para apresentação Power Point do TCC




Este modelo de apresentação foi produzido com a única finalidade de servir como sugestão e apoio para a elaboração das apresentações dos TCCs dos alunos da FAIT, sob a supervisão direta de seu orientador. Trata-se de uma referência a fim de que docentes e discentes tenham uma base para a elaboração do material visual a ser usado na apresentação pública do trabalho.

1)           Estudar o assunto com profundidade para não ser surpreendido durante os questionamentos dos membros da banca;
2)           Preparar um material atraente para a banca e demais presentes;
3)           Lembre-se que seu trabalho já foi lido pelos avaliadores e, portanto, uma apresentação com uso de figuras, quadros e tabelas torna o assunto mais interessante e mantém a atenção dos presentes;
4)           Evite “poluir” os slides com excesso de texto. Padronize fonte e espaçamento para todos os slides. Fontes menores que 28 comprometem a visualização dos presentes, independente do espaço físico onde ocorrerá a apresentação.
5)           Cuidar com a regra ortográfica, precisão na escrita e uso da Norma utilizada.
6)           Prefira slide predominantemente branco com letras pretas. As vezes as cores ficam bonitas nos slides, mas não ficam bem visíveis na parede ou tela projetada, dependendo da luminosidade ambiente.
7)           A linguagem utilizada na construção da pesquisa científica deve obedecer, preferencialmente, o modo impessoal evitando-se o uso da primeira pessoa do singular ou do plural (ex: eu entendo , ou nós entendemos).
8)           As apresentações tem duração de 15 a 20 minutos. O aluno não deverá ultrapassar o tempo estabelecido. Após  a apresentação o aluno será submetido à arguição dos avaliadores da banca.
9)           Use entre 15 e 25   slides para   a apresentação  evitando assim o risco de “estourar” o tempo.
10)       Treine a apresentação e cronometre o tempo gasto utilizando a maior parte dele para apresentar seus resultados e conclusões.
11)       Os avaliadores deverão respeitar o tempo máximo de 10 minutos para suas principais considerações, devendo fazer suas anotações no exemplar do TCC para que o aluno e orientador procedam as alterações sugeridas pelo mesmo, caso julguem pertinentes.
12)    Use vestimenta discreta, bem como maquiagem e adornos. Cuide da postura e dicção durante a apresentação. Lembre-se que a primeira impressão deixada é muito importante. Em geral “menos” pode significar “mais” quando se trata de apresentação pessoal.



FACULDADE XXXXXXXXXXXXXXXXXX
Trabalho de Conclusão de Curso em (Nome do Curso)

TÍTULO DA MONOGRAFIA:
            subtítulo


Nome do(a) aluno(a) Titulação e Nome do(a) orientador(a)






Cidade (SP), mês e ano da apresentação


                                                                                    I. INTRODUÇÃO


Apresentação do tema (contextualização, dados epidemiológicos, conceituação...) 
Apresentação sucinta do problema de pesquisa (questão de pesquisa)/hipótese) 
Apresentação da justificativa  (importância da pesquisa e motivação) 
O(s) objetivo(s) pode(m) ser apresentado(s) em outro slide a fim de destaca-lo


Utilize mais de um slide para apresentação desses tópicos.

Lembre-se: evite “poluição” de texto num mesmo slide.


                                                                    II.Corpo do trabalho


Sucintamente apresente como seu TCC foi construído, quais assuntos referentes ao seu tema foram abordados no referencial teórico, a fim de situar os presentes. Use apenas tópicos ou frases curtas, e seja breve nessa abordagem.



                                                         III.Materiais e Métodos


1)   Objeto de estudo.
2)   Grupo estudado/sujeito/amostra.
3)   Tipos de dados buscados.
4)   Forma de coleta de dados.
5)   Procedimento.
6)   Como os dados foram analisados.


Lembre-se que neste item você deve apresentar o caminho percorrido na construção do seu trabalho.


                                                IV.Resultados e Discussões

 

1)    No caso de pesquisa de campo, apresente primeiramente os resultados, preferencialmente usando gráficos ou tabelas.
2)    Discuta os resultados à luz dos trabalhos pesquisados, confrontando seus achados com o de outros pesquisadores do tema.
3)    Discuta-os confrontando com seus objetivos estabelecidos.
4)    No caso de pesquisa descritiva (revisional, exploratória) discuta os achados na literatura confrontando com seus objetivos e hipótese(s).
5)    Verifique o que os autores trazem  de informação e resultados de pesquisas que subsidiem sua conclusão, ou resposta ao(s) seu(s) objetivo(s).


“É na discussão que os dados da pesquisa são analisados, interpretados, criticados e comparados com os já existentes sobre o assunto na literatura citada; são discutidas suas possíveis implicações, significados e razões para concordância ou discordância com outros autores” (NORMA SCITA).




                          V. Conclusão e Considerações Finais


1)    Responda sua questão problema ou hipótese.
2)    Aponte o que você encontrou no levantamento bibliográfico que responda seus objetivos. Verifique se sua hipótese foi negada ou confirmada.
3)    Responda      separadamente       cada   um     dos    objetivos
4)    estabelecidos.
5)    Seja direto e objetivo nesse item. Apresente primeiramente a resposta central do seu trabalho e depois as demais respostas.
6)    Não utilize citação ou referência nesta parte. Responda seu(s) objetivo(s) baseado no levantamento dos autores.
7)    As considerações finais representam a oportunidade do autor da pesquisa (no caso, você), expor sua visão do trabalho e suas opiniões. Procure colocá-las no modo impessoal mantendo assim o mesmo “jeito de falar” usado em todo o trabalho.
8)    Considerações finais não é item obrigatório, mas é interessante constar para que o leitor do trabalho saiba o que o autor do TCC (você) pensa sobre o assunto estudado.

“Constitui o fecho do trabalho e deverá ser fundamentada nos resultados e na discussão. Deverá, de alguma forma, retornar aos objetivos inicialmente propostos, analisar e discutir o quanto foram ou não alcançados”
Poderão também ser discutidas perspectivas futuras de investigação sugeridas pelos resultados obtidos e/ou dificuldades encontradas”

                                                  VI. Referências

1)    Não precisa colocar todas as referências. Coloque apenas as principais e/ou as que foram usadas na construção dos slides. Afinal, seu trabalho já foi lido e os membros da banca já viram seu referencial bibliográfico.
2)    Use a Norma SCITA para a construção do TCC, inclusive referências e, caso não encontre um exemplo do documento que queira referenciar, utilize a Norma ABNT.



Autora: Profª Drª Stael Silvana B. E da Silva   
Para: Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva - FAIT
Retirado de: http://www.fait.edu.br/userfiles/files/PDF/NUCLEOS/NUPES/dicas_apresentacao_tcc.pdf
Em: 09/12/2018